TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
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TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Em mil
2007 (controladora)
Receita líquida das vendas
262.232 (projetada 256.414)
Lucro bruto
15973 (projetado 17.565)
Lucro operacional antes das participações societárias e do
resultado financeiro
(8.279)
Lucro operacional
13.506 (projetado 9.580)
Resultado não operacional, líquido
(22.563) *conforme nota da projeção
Lucro líquido (prejuízo) do exercício
(10.748) (projetado entre 7000 e 8.534)
http://carteiradeinvestimento.wordpress.com/
A
Administração da Millennium Inorganic Chemicals do Brasil (a
“Companhia”) submete à apreciação de V. Sas. o Relatório da
Administração e as Demonstrações Financeiras acompanhadas de Parecer
dos Auditores Independentes referentes ao Exercício Social de 2007.
Cenário Econômico
A
manutenção das altas taxas de juros e os continuados superávits da
balança comercial e de pagamentos resultaram na continuidade da
apreciação do real frente ao dólar norteamericano, queda do risco
Brasil e manutenção dos índices de inflação dentro da meta do Banco
Central. Adicionalmente, os programas de distribuição de renda do
Governo Federal e o bom momento da indústria local voltada para o
mercado interno e
com preços cotados em reais produziram um
crescimento do Produto Interno Bruto no exercício. Em nível mundial, o
euro continuou valorizado frente ao dólar norte-americano.
Desempenho da Companhia
A
produção de dióxido de titânio da Companhia foi 1,25% maior em 2007,
quando comparada com a de 2006. Este aumento é decorrente do incremento
da confiabilidade da fábrica. O custo de produção unitário foi 2,5%
maior que em 2006, resultado do aumento de preço de algumas
matérias-primas como enxofre e escória de titânio além do aumento de
tarifas reguladas como a eletricidade e o gás natural, esse
particularmente com um
aumento de 30% no exercício de 2007. Na
tentativa de absorver tais aumentos, a Companhia aprofundou o seu
programa de redução de custos. Para efeito de comparação, caso o gás
natural não tivesse aumentado em 2007, o custo de fabricação por
tonelada para o exercício de 2007 teria sido similar ao do exercício
anterior,
apesar dos aumentos das outras matérias-primas e da inflação do período
de 7,75%, medida pelo IGP-M da Fundação Getúlio Vargas.
As vendas de
dióxido de titânio da Companhia em 2007 tiveram um aumento da ordem de
4,5% em relação ao volume vendido em 2006. Os altos estoques de dióxido
de titânio no mercado consumidor ao final de 2005, a relativamente
baixa demanda principalmente no primeiro semestre de 2006, aliada a uma
política comercial
que visava o repasse dos aumentos de custo a
ocorrido nos últimos anos, estão entre os principais fatores que
contribuíram para a retração do volume vendido no ano de 2006. No
princípio de 2007, houve um arrefecimento da política comercial
agressiva e conseqüente queda de preços, que aliada à retomada da
indústria de construção civil e aos reflexos da valorização do real nos
preços das tintas para o consumidor final estimulou a
demanda. O
balanço destes pontos positivos para o negócio, permitiu uma ligeira
recuperação dos preços unitários em dólares norte-americanos, no último
trimestre do exercício de 2007, ainda que em moeda local esse aumento
tenha sido absorvido pela apreciação do real.
Conforme reportado
nestes últimos anos, pigmentos chineses têm sido comercializados a
preços inferiores aos médios de mercado e, na maioria dos casos, com
desempenho igualmente inferior, porém com razoável aceitação por parte
dos consumidores de pigmento. Crescentes demandas ambientais e
energéticas na China levaram o governo chinês a optar por um maior
controle de manufatura e por produtos de maior valor agregado. Com isso
as exportações chinesas de determinados produtos, incluindo o dióxido
de titânio, sofreram redução de incentivos especiais e conseqüente
aumento nos custos transacionais, estes da ordem de 13%. As novas
condições impuseram uma redução na competitividade dos pigmentos
importados da China.
As exportações da Companhia diminuíram 63% em
volume, em relação ao período anterior. A decisão em 2006 de exportar
para a Europa, mercado que apresentou recuperação significativa naquele
exercício, e Estados Unidos, capturando oportunidades no mercado de
papel, visava melhorar a liquidez da Companhia e ao mesmo tempo trazer
os estoques de produto acabado a níveis adequados. Tais iniciativas não
foram necessárias em 2007. A necessidade de estímulo à demanda
contribuiu para uma queda de 1,52% no preço médio do dióxido de titânio
em dólares norteamericanos, que aliada à valorização do real frente ao
dólar norteamericano de 16,4% no exercício, reduziu o preço médio por
tonelada em reais. Na operação de mineração, a venda de zirconita teve
uma redução de 4,9% no preço médio em reais, também como reflexo da
desvalorização do dólar norte-americano, e aumento de 15,9% no volume.
A
Companhia produziu 129.077 ton de ilmenita, em 2007 para consumo
cativo, contra 111.259 ton em 2006. Adicionalmente, a Companhia
exportou 18.060 ton de ilmenita em 2007, contra 22.000 ton em 2006. As
operações de mineração da Companhia contam, desde dezembro de 2004, com
certificação ISO 14.001
e desde junho de 2007 com a certificaç ão para sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho OHSAS 18.001.
Em
1º de março de 2007, começou a operar a Millennium Inorganic Chemicals
Mineração Ltda., sociedade 100% controlada pela Companhia e a partir
daquela data detentora dos ativos e passivos de mineração (vide nota
explicativa n° 7). Conseqüentemente, o resultado da Controladora contém
dois meses de operação de mineração. A partir do mês de março de 2007
tal operação está refletida na Controladora como resultado
de equivalência patrimonial.
Resultado do Exercício
A
continuada queda da cotação do dólar norte-americano –moeda na qual o
dióxido de titânio é cotado – em relação ao real, e o aumento dos
preços de certas matérias-primas, parcialmente absorvidos pela
concretização de ações de redução
de custos, contribuíram para a
diminuição do lucro operacional em 164% quando comparado ao exercício
anterior. Durante o exercício de 2007, a Companhia optou por pagar o
saldo remanescente proveniente da dilação do prazo de pagamento de 50%
das obrigações de ICMS, dentro do Programa de Desenvolvimento
Industrial e de Integração Econômica do Estado da Bahia. Em virtude
desse pagamento, a Companhia realizou um benefício total de R$ 19.299
mil com esse programa.
A Companhia procedeu em 2007 a avaliação dos
saldos do seu ativo diferido, e concluiu que, em virtude da
desvalorização cambial e aspectos mercadológicos, os benefícios futuros
oriundos da concretização dos projetos de pesquisa e desenvolvimento
não serão suficientes para recuperar tais saldos, o que redundou na
baixa do saldo referente a esses gastos contra o resultado
não-operacional, no montante de R$ 21.823 mil.
Em virtude do exposto
acima, o resultado da Companhia, que em 2006 foi um lucro líquido de R$
16.741 mil, passou a um prejuízo de R$ 10.748 mil.
Distribuição de Resultados
A
Companhia distribuiu juros sobre capital próprio no montante de R$
4.991 mil em 2006, representando R$ 2,15 por lote de mil ações. Em
Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária de 27 de abril de 2007, foi
deliberado o pagamento, em acréscimo aos juros sobre capital próprio,
de dividendo no valor de R$ 3,60 para cada lote de mil ações,
totalizando R$ 8.357 mil. Vide nota explicativa nº 13.Foi também
retirada do lucro consolidado a parcela referente à distribuição aos
empregados no montante de R$ 3.168 mil (R$ 3.184 mil em 2006) dentro do
Plano de Participação nos Lucros e Resultados.
Prestação de Outros Serviços pelos Auditores Independentes
A
política de contratação de serviços junto aos auditores independentes
da Companhia não se conflita ou se relaciona com os serviços
específicos de auditoria externa, os quais preservam sua independência,
em observância aos princípios de auditoria internacionalmente aceitos.
No exercício de 2007, os valores pagos aos auditores independentes,
relativos a outros serviços que não de auditoria externa, foi inferior
a 5% em relação ao custo dos trabalhos de auditoria externa.
Investimentos
Os
investimentos no imobilizado em 2007 somaram R$ 12.592 mil na
controladora (2006, R$ 23.294 mil) e R$ 13.206 mil no consolidado,
concentrando-se principalmente em investimentos na Bahia, focando as
áreas ambientais, segurança, confiabilidade, automação e eficiência do
processo, resultando no aumento da produtividade da unidade.
Endividamento
Durante
o mês de janeiro, os financiamentos remanescentes de 2006 foram
liquidados, não existindo endividamento em 31 de dezembro de 2007 (R$
2.444 mil em 2006).
Recursos Humanos
O
desenvolvimento de pessoas manteve-se como prioridade de investimentos
do negócio em 2007, concentrando esforços principalmente nas áreas de
segurança, saúde, meio ambiente, gestão, qualidade e confiabilidade.
Através do Centro de Treinamento Técnico (CT) foram qualificados em
operação industrial 40 estagiários, destacando-se importantes
contribuições para a consolidação do processo de manutenção autônoma e
conseqüente aumento na disponibilidade dos equipamentos. Também foi
iniciado no CT um treinamento com 260 horas para re-certificação dos 31
técnicos de laboratório. Visando criar um ambiente para discussão de
temas técnicos de engenharia, foi realizada em 2007 a sexta edição
Fórum Tech Exchange, no qual cerca de 40 profissionais de engenharia
discutiram assuntos relacionados à geração e a otimização no
uso da
energia na planta. Além dos investimentos no desenvolvimento contínuo
de competências técnicas, foram disponibilizados recursos para o
desenvolvimento das competências de gestão. Um total de 130
empregados
participou do Programa de Desenvolvimento de Competências para
Liderança (PDCL), com objetivo de aprimorar liderança, alinhar práticas
na gestão de pessoas, e otimizar a comunicação entre os líderes,
subordinados e pares. Outra importante ferramenta para fortalecer os
canais de comunicação é o programa Café da Manhã com o Diretor, que em
2007 contou com a participação de 120 empregados. Com uma média de 12
pessoas em cada uma das 10 edições anuais do Café da Manhã, esses
empregados tiveram oportunidade de
discutir com o Diretor Industrial
e representante da área de Recursos Humanos temas relativos aos
processos de gestão do negócio. Com o programa Você em Destaque! 109
empregados foram homenageados por se diferenciarem na busca de soluções
de melhoria nas áreas de segurança, meio ambiente, saúde,
relacionamento com a comunidade e confiabilidade da planta. A cada ano
o Você em Destaque! confirma sua importância no incentivo ao
envolvimento dos empregados para identificar
oportunidades que permitam otimizar cada vez mais o negócio.
Balanço Social
A
Companhia tem desenvolvido diversas ações sociais junto às comunidades
e aos empregados com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento
sustentável e social da região onde está instalada sua fábrica em
Camaçari – Bahia e sua mina em Mataraca – Paraíba. Esses projetos visam
principalmente promover a educação e o lazer, além de incentivar a
criatividade e auto-estima desses cidadãos. O objetivo da empresa é
manter um canal aberto com as comunidades vizinhas de forma a tratar
todos os assuntos sociais de maneira transparente, procurando
disseminar os valores e missão da Companhia, bem como seus produtos.
Nesse
sentido, a Companhia desenvolve programas de visitação à fábrica,
museus e parques. Com o projeto Millennium na Escola, a Companhia
participa no esforço de melhoria da educação em 6 escolas municipais de
Camaçari, patrocinando projetos como rádio-escolar, oficinas de teatro
e artesanato, fábrica de bolsas,
concursos de soletração, aulas de
futebol e de capoeira, além de reforço escolar e palestras sobre
educação ambiental, saúde e segurança.
Foi lançado em 2007 o Clube
de Leitura da Millennium em Areias, que funciona na Biblioteca
Comunitária da comunidade de Areias atendendo cerca de 100 crianças. A
programação do Clube de Leitura inclui oficina do escritor, rodas de
leitura, jogos educativos, reportagem oral da leitura feita e
releituras de textos através de
outras linguagens como pintura, desenho, escultura, teatro e música.
Desde
2003, a Companhia implementou o Programa Melhor Idade, destinado aos
moradores das comunidades de Arembepe e Areias. Através do Programa de
Educação Profissional, que visa à melhoria das condições de
empregabilidade na região circunvizinha à fábrica baiana, a Companhia
patrocinou a realização de 1.200 horas de cursos profissionalizantes
para 30 alunos em 2007, selecionados nas comunidades vizinhas. O
grupo
fez Curso para Operador Industrial no Senai / Cetind, com treinamento
complementar e estágio na Companhia. Em 2007, foi concluída a etapa de
implantação da Cooperativa de Roupa de Areias – CoopAreias Sol
Nascente, gerando renda para a região. A Companhia fez o trabalho de
mobilizar a comunidade, formar a rede de parceiros e comprometeu-se a
arcar com todos os custos necessários por um período de três
anos, beneficiando diretamente 31 cooperados, sendo 30 mulheres.
Baseada
nas diretrizes do Programa Atuação Responsável®, a Companhia, como
“empresa-cidadã”, promove junto aos seus empregados e comunidade o
respeito ao meio ambiente, saúde e segurança. A Companhia reforça o seu
compromisso com o ser humano e a busca da harmonia entre as pessoas, a
tecnologia
e a natureza através de programas internos ou de
patrocínios ao esporte (equipe de surfistas de Arembepe e realização da
Copa de Futebol Amador da Orla de Camaçari) e apoio a projetos de
preservação ambiental como o Tamar (tartarugas marinhas), os Mamíferos
Aquáticos e o Peixe-Boi Marinho. Em 2007, foi realizada a terceira
edição do Dia Mundial da Cidadania, um evento anual promovido pela
Companhia para estimular o voluntariado de cunho social entre os
empregados, familiares e contratados, além de promover a integração com
a comunidade e realizar melhorias nas localidades selecionadas.
Destaca-se também entre os projetos realizados em 2007 o Programa de
Educação Ambiental realizado no Centro de Preservação de Animais
Silvestres e da Flora Local da mina da Paraíba, onde alunos e
professores recebem informações sobre preservação do meio ambiente,
conhecem na prática a fauna e flora local e percorrem uma trilha
ecológica. Cerca de 5,7 mil estudantes e 500 professores já visitaram a
área de proteção ambiental da mina.
Também na Paraíba foi dado
seguimento às atividades da Unidade de Formação Profissionalizante do
Guaju, onde a Companhia, em parceria com a Prefeitura Municipal e o
SENAI, apóia a educação através da parceria com escolas e prefeituras
das comunidades da região, oferecendo formação básica, de 2º grau e
profissionalizante aos empregados, seus familiares e à comunidade em
geral. Cerca de 600 alunos já foram matriculados na instituição até
2007. O Programa de Recomposição Ambiental da Mina da Paraíba garantiu,
em 2007, o plantio de 44.268 mudas (totalizando 940.389). Com isso
foram recuperados no ano 16,05 hectares
de área minerada,
completando um total de 309,80 hectares recompostos. Doze famílias da
zona rural são diretamente envolvidas na produção de mudas nativas,
promovendo geração de renda.
http://carteiradeinvestimento.wordpress.com/
2007 (controladora)
Receita líquida das vendas
262.232 (projetada 256.414)
Lucro bruto
15973 (projetado 17.565)
Lucro operacional antes das participações societárias e do
resultado financeiro
(8.279)
Lucro operacional
13.506 (projetado 9.580)
Resultado não operacional, líquido
(22.563) *conforme nota da projeção
Lucro líquido (prejuízo) do exercício
(10.748) (projetado entre 7000 e 8.534)
http://carteiradeinvestimento.wordpress.com/
A
Administração da Millennium Inorganic Chemicals do Brasil (a
“Companhia”) submete à apreciação de V. Sas. o Relatório da
Administração e as Demonstrações Financeiras acompanhadas de Parecer
dos Auditores Independentes referentes ao Exercício Social de 2007.
Cenário Econômico
A
manutenção das altas taxas de juros e os continuados superávits da
balança comercial e de pagamentos resultaram na continuidade da
apreciação do real frente ao dólar norteamericano, queda do risco
Brasil e manutenção dos índices de inflação dentro da meta do Banco
Central. Adicionalmente, os programas de distribuição de renda do
Governo Federal e o bom momento da indústria local voltada para o
mercado interno e
com preços cotados em reais produziram um
crescimento do Produto Interno Bruto no exercício. Em nível mundial, o
euro continuou valorizado frente ao dólar norte-americano.
Desempenho da Companhia
A
produção de dióxido de titânio da Companhia foi 1,25% maior em 2007,
quando comparada com a de 2006. Este aumento é decorrente do incremento
da confiabilidade da fábrica. O custo de produção unitário foi 2,5%
maior que em 2006, resultado do aumento de preço de algumas
matérias-primas como enxofre e escória de titânio além do aumento de
tarifas reguladas como a eletricidade e o gás natural, esse
particularmente com um
aumento de 30% no exercício de 2007. Na
tentativa de absorver tais aumentos, a Companhia aprofundou o seu
programa de redução de custos. Para efeito de comparação, caso o gás
natural não tivesse aumentado em 2007, o custo de fabricação por
tonelada para o exercício de 2007 teria sido similar ao do exercício
anterior,
apesar dos aumentos das outras matérias-primas e da inflação do período
de 7,75%, medida pelo IGP-M da Fundação Getúlio Vargas.
As vendas de
dióxido de titânio da Companhia em 2007 tiveram um aumento da ordem de
4,5% em relação ao volume vendido em 2006. Os altos estoques de dióxido
de titânio no mercado consumidor ao final de 2005, a relativamente
baixa demanda principalmente no primeiro semestre de 2006, aliada a uma
política comercial
que visava o repasse dos aumentos de custo a
ocorrido nos últimos anos, estão entre os principais fatores que
contribuíram para a retração do volume vendido no ano de 2006. No
princípio de 2007, houve um arrefecimento da política comercial
agressiva e conseqüente queda de preços, que aliada à retomada da
indústria de construção civil e aos reflexos da valorização do real nos
preços das tintas para o consumidor final estimulou a
demanda. O
balanço destes pontos positivos para o negócio, permitiu uma ligeira
recuperação dos preços unitários em dólares norte-americanos, no último
trimestre do exercício de 2007, ainda que em moeda local esse aumento
tenha sido absorvido pela apreciação do real.
Conforme reportado
nestes últimos anos, pigmentos chineses têm sido comercializados a
preços inferiores aos médios de mercado e, na maioria dos casos, com
desempenho igualmente inferior, porém com razoável aceitação por parte
dos consumidores de pigmento. Crescentes demandas ambientais e
energéticas na China levaram o governo chinês a optar por um maior
controle de manufatura e por produtos de maior valor agregado. Com isso
as exportações chinesas de determinados produtos, incluindo o dióxido
de titânio, sofreram redução de incentivos especiais e conseqüente
aumento nos custos transacionais, estes da ordem de 13%. As novas
condições impuseram uma redução na competitividade dos pigmentos
importados da China.
As exportações da Companhia diminuíram 63% em
volume, em relação ao período anterior. A decisão em 2006 de exportar
para a Europa, mercado que apresentou recuperação significativa naquele
exercício, e Estados Unidos, capturando oportunidades no mercado de
papel, visava melhorar a liquidez da Companhia e ao mesmo tempo trazer
os estoques de produto acabado a níveis adequados. Tais iniciativas não
foram necessárias em 2007. A necessidade de estímulo à demanda
contribuiu para uma queda de 1,52% no preço médio do dióxido de titânio
em dólares norteamericanos, que aliada à valorização do real frente ao
dólar norteamericano de 16,4% no exercício, reduziu o preço médio por
tonelada em reais. Na operação de mineração, a venda de zirconita teve
uma redução de 4,9% no preço médio em reais, também como reflexo da
desvalorização do dólar norte-americano, e aumento de 15,9% no volume.
A
Companhia produziu 129.077 ton de ilmenita, em 2007 para consumo
cativo, contra 111.259 ton em 2006. Adicionalmente, a Companhia
exportou 18.060 ton de ilmenita em 2007, contra 22.000 ton em 2006. As
operações de mineração da Companhia contam, desde dezembro de 2004, com
certificação ISO 14.001
e desde junho de 2007 com a certificaç ão para sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho OHSAS 18.001.
Em
1º de março de 2007, começou a operar a Millennium Inorganic Chemicals
Mineração Ltda., sociedade 100% controlada pela Companhia e a partir
daquela data detentora dos ativos e passivos de mineração (vide nota
explicativa n° 7). Conseqüentemente, o resultado da Controladora contém
dois meses de operação de mineração. A partir do mês de março de 2007
tal operação está refletida na Controladora como resultado
de equivalência patrimonial.
Resultado do Exercício
A
continuada queda da cotação do dólar norte-americano –moeda na qual o
dióxido de titânio é cotado – em relação ao real, e o aumento dos
preços de certas matérias-primas, parcialmente absorvidos pela
concretização de ações de redução
de custos, contribuíram para a
diminuição do lucro operacional em 164% quando comparado ao exercício
anterior. Durante o exercício de 2007, a Companhia optou por pagar o
saldo remanescente proveniente da dilação do prazo de pagamento de 50%
das obrigações de ICMS, dentro do Programa de Desenvolvimento
Industrial e de Integração Econômica do Estado da Bahia. Em virtude
desse pagamento, a Companhia realizou um benefício total de R$ 19.299
mil com esse programa.
A Companhia procedeu em 2007 a avaliação dos
saldos do seu ativo diferido, e concluiu que, em virtude da
desvalorização cambial e aspectos mercadológicos, os benefícios futuros
oriundos da concretização dos projetos de pesquisa e desenvolvimento
não serão suficientes para recuperar tais saldos, o que redundou na
baixa do saldo referente a esses gastos contra o resultado
não-operacional, no montante de R$ 21.823 mil.
Em virtude do exposto
acima, o resultado da Companhia, que em 2006 foi um lucro líquido de R$
16.741 mil, passou a um prejuízo de R$ 10.748 mil.
Distribuição de Resultados
A
Companhia distribuiu juros sobre capital próprio no montante de R$
4.991 mil em 2006, representando R$ 2,15 por lote de mil ações. Em
Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária de 27 de abril de 2007, foi
deliberado o pagamento, em acréscimo aos juros sobre capital próprio,
de dividendo no valor de R$ 3,60 para cada lote de mil ações,
totalizando R$ 8.357 mil. Vide nota explicativa nº 13.Foi também
retirada do lucro consolidado a parcela referente à distribuição aos
empregados no montante de R$ 3.168 mil (R$ 3.184 mil em 2006) dentro do
Plano de Participação nos Lucros e Resultados.
Prestação de Outros Serviços pelos Auditores Independentes
A
política de contratação de serviços junto aos auditores independentes
da Companhia não se conflita ou se relaciona com os serviços
específicos de auditoria externa, os quais preservam sua independência,
em observância aos princípios de auditoria internacionalmente aceitos.
No exercício de 2007, os valores pagos aos auditores independentes,
relativos a outros serviços que não de auditoria externa, foi inferior
a 5% em relação ao custo dos trabalhos de auditoria externa.
Investimentos
Os
investimentos no imobilizado em 2007 somaram R$ 12.592 mil na
controladora (2006, R$ 23.294 mil) e R$ 13.206 mil no consolidado,
concentrando-se principalmente em investimentos na Bahia, focando as
áreas ambientais, segurança, confiabilidade, automação e eficiência do
processo, resultando no aumento da produtividade da unidade.
Endividamento
Durante
o mês de janeiro, os financiamentos remanescentes de 2006 foram
liquidados, não existindo endividamento em 31 de dezembro de 2007 (R$
2.444 mil em 2006).
Recursos Humanos
O
desenvolvimento de pessoas manteve-se como prioridade de investimentos
do negócio em 2007, concentrando esforços principalmente nas áreas de
segurança, saúde, meio ambiente, gestão, qualidade e confiabilidade.
Através do Centro de Treinamento Técnico (CT) foram qualificados em
operação industrial 40 estagiários, destacando-se importantes
contribuições para a consolidação do processo de manutenção autônoma e
conseqüente aumento na disponibilidade dos equipamentos. Também foi
iniciado no CT um treinamento com 260 horas para re-certificação dos 31
técnicos de laboratório. Visando criar um ambiente para discussão de
temas técnicos de engenharia, foi realizada em 2007 a sexta edição
Fórum Tech Exchange, no qual cerca de 40 profissionais de engenharia
discutiram assuntos relacionados à geração e a otimização no
uso da
energia na planta. Além dos investimentos no desenvolvimento contínuo
de competências técnicas, foram disponibilizados recursos para o
desenvolvimento das competências de gestão. Um total de 130
empregados
participou do Programa de Desenvolvimento de Competências para
Liderança (PDCL), com objetivo de aprimorar liderança, alinhar práticas
na gestão de pessoas, e otimizar a comunicação entre os líderes,
subordinados e pares. Outra importante ferramenta para fortalecer os
canais de comunicação é o programa Café da Manhã com o Diretor, que em
2007 contou com a participação de 120 empregados. Com uma média de 12
pessoas em cada uma das 10 edições anuais do Café da Manhã, esses
empregados tiveram oportunidade de
discutir com o Diretor Industrial
e representante da área de Recursos Humanos temas relativos aos
processos de gestão do negócio. Com o programa Você em Destaque! 109
empregados foram homenageados por se diferenciarem na busca de soluções
de melhoria nas áreas de segurança, meio ambiente, saúde,
relacionamento com a comunidade e confiabilidade da planta. A cada ano
o Você em Destaque! confirma sua importância no incentivo ao
envolvimento dos empregados para identificar
oportunidades que permitam otimizar cada vez mais o negócio.
Balanço Social
A
Companhia tem desenvolvido diversas ações sociais junto às comunidades
e aos empregados com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento
sustentável e social da região onde está instalada sua fábrica em
Camaçari – Bahia e sua mina em Mataraca – Paraíba. Esses projetos visam
principalmente promover a educação e o lazer, além de incentivar a
criatividade e auto-estima desses cidadãos. O objetivo da empresa é
manter um canal aberto com as comunidades vizinhas de forma a tratar
todos os assuntos sociais de maneira transparente, procurando
disseminar os valores e missão da Companhia, bem como seus produtos.
Nesse
sentido, a Companhia desenvolve programas de visitação à fábrica,
museus e parques. Com o projeto Millennium na Escola, a Companhia
participa no esforço de melhoria da educação em 6 escolas municipais de
Camaçari, patrocinando projetos como rádio-escolar, oficinas de teatro
e artesanato, fábrica de bolsas,
concursos de soletração, aulas de
futebol e de capoeira, além de reforço escolar e palestras sobre
educação ambiental, saúde e segurança.
Foi lançado em 2007 o Clube
de Leitura da Millennium em Areias, que funciona na Biblioteca
Comunitária da comunidade de Areias atendendo cerca de 100 crianças. A
programação do Clube de Leitura inclui oficina do escritor, rodas de
leitura, jogos educativos, reportagem oral da leitura feita e
releituras de textos através de
outras linguagens como pintura, desenho, escultura, teatro e música.
Desde
2003, a Companhia implementou o Programa Melhor Idade, destinado aos
moradores das comunidades de Arembepe e Areias. Através do Programa de
Educação Profissional, que visa à melhoria das condições de
empregabilidade na região circunvizinha à fábrica baiana, a Companhia
patrocinou a realização de 1.200 horas de cursos profissionalizantes
para 30 alunos em 2007, selecionados nas comunidades vizinhas. O
grupo
fez Curso para Operador Industrial no Senai / Cetind, com treinamento
complementar e estágio na Companhia. Em 2007, foi concluída a etapa de
implantação da Cooperativa de Roupa de Areias – CoopAreias Sol
Nascente, gerando renda para a região. A Companhia fez o trabalho de
mobilizar a comunidade, formar a rede de parceiros e comprometeu-se a
arcar com todos os custos necessários por um período de três
anos, beneficiando diretamente 31 cooperados, sendo 30 mulheres.
Baseada
nas diretrizes do Programa Atuação Responsável®, a Companhia, como
“empresa-cidadã”, promove junto aos seus empregados e comunidade o
respeito ao meio ambiente, saúde e segurança. A Companhia reforça o seu
compromisso com o ser humano e a busca da harmonia entre as pessoas, a
tecnologia
e a natureza através de programas internos ou de
patrocínios ao esporte (equipe de surfistas de Arembepe e realização da
Copa de Futebol Amador da Orla de Camaçari) e apoio a projetos de
preservação ambiental como o Tamar (tartarugas marinhas), os Mamíferos
Aquáticos e o Peixe-Boi Marinho. Em 2007, foi realizada a terceira
edição do Dia Mundial da Cidadania, um evento anual promovido pela
Companhia para estimular o voluntariado de cunho social entre os
empregados, familiares e contratados, além de promover a integração com
a comunidade e realizar melhorias nas localidades selecionadas.
Destaca-se também entre os projetos realizados em 2007 o Programa de
Educação Ambiental realizado no Centro de Preservação de Animais
Silvestres e da Flora Local da mina da Paraíba, onde alunos e
professores recebem informações sobre preservação do meio ambiente,
conhecem na prática a fauna e flora local e percorrem uma trilha
ecológica. Cerca de 5,7 mil estudantes e 500 professores já visitaram a
área de proteção ambiental da mina.
Também na Paraíba foi dado
seguimento às atividades da Unidade de Formação Profissionalizante do
Guaju, onde a Companhia, em parceria com a Prefeitura Municipal e o
SENAI, apóia a educação através da parceria com escolas e prefeituras
das comunidades da região, oferecendo formação básica, de 2º grau e
profissionalizante aos empregados, seus familiares e à comunidade em
geral. Cerca de 600 alunos já foram matriculados na instituição até
2007. O Programa de Recomposição Ambiental da Mina da Paraíba garantiu,
em 2007, o plantio de 44.268 mudas (totalizando 940.389). Com isso
foram recuperados no ano 16,05 hectares
de área minerada,
completando um total de 309,80 hectares recompostos. Doze famílias da
zona rural são diretamente envolvidas na produção de mudas nativas,
promovendo geração de renda.
http://carteiradeinvestimento.wordpress.com/
Projeção de Resultados 2007
em mil
Receita Líquida: 256.414 (-13.7%) *
Resultado Bruto: 17.565 (-64.4%) *
Resultado Operacional: 9.580 (-49.3%) *
Lucro Líquido: 8.534 (-49%)*
LPA: 0.00367
*comparação com 2006
Condições:
Na quinta (20/3) , estarei no chat do Fórum (aberto para registrados) das 18 às 19h para perguntas referentes a esta projeção.
Para entrar no chat, basta fazer o login no Fórum e ao ver a tela de chat no final da página, clicar em login (à direita).
Receita Líquida: 256.414 (-13.7%) *
Resultado Bruto: 17.565 (-64.4%) *
Resultado Operacional: 9.580 (-49.3%) *
Lucro Líquido: 8.534 (-49%)*
LPA: 0.00367
*comparação com 2006
Condições:
- manutenção das condições concorrenciais e de market share;
- não formação de estoques na indústria;
- sem subvenções, incentivos, créditos governamentais;
- sem despesas/receitas não recorrentes;
- custos de produção: + 1% ;
- preço produto: +9%
Projeção com dados aproximados. Em caso de os contratos de energia e matéria prima tiverem sofrido novo reajuste no período, os custos de produção projetam 3% de elevação, levando a um lucro líquido acumulado de aproximadamente 7.000 em 2007 (prejuízo de aproximadamente 1.500 no 4°T).
Na quinta (20/3) , estarei no chat do Fórum (aberto para registrados) das 18 às 19h para perguntas referentes a esta projeção.
Para entrar no chat, basta fazer o login no Fórum e ao ver a tela de chat no final da página, clicar em login (à direita).
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Qual a sua análise sobre preço do papél em se confirmando o prejuízo.
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Olá Schuab,
E se por um acaso a BOVESPA decidir realmente pelos 11,00?
A ação tende a reagir de maneira negativa, não?
Quem compra esta ação, é justamente por ela custar centavos.
Subir para 11 reais o seu preço é prejudicar quem hoje possui ações, não concorda? Já diminuir o lote padrão é dar a oportunidade de outras pessoas que querem investir em uma ação de Centavos.
Afinal, Telebrás e outras porcarias que não dão lucro conseguem ser negociadas com bem menos grana do que os 10.000 que hoje são necessários na Millennium.
E se por um acaso a BOVESPA decidir realmente pelos 11,00?
A ação tende a reagir de maneira negativa, não?
Quem compra esta ação, é justamente por ela custar centavos.
Subir para 11 reais o seu preço é prejudicar quem hoje possui ações, não concorda? Já diminuir o lote padrão é dar a oportunidade de outras pessoas que querem investir em uma ação de Centavos.
Afinal, Telebrás e outras porcarias que não dão lucro conseguem ser negociadas com bem menos grana do que os 10.000 que hoje são necessários na Millennium.
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Desculpa a intromissão, mas a elevação do preço pode ser benéfica, pois diminuirá a volatilidade do papel.
Ou seja, com o papel custando cerca de R$0,10, qualquer variação unitária miníma (R$0,01), representa 10% de variação, o que não ocorre no caso de aglutinação dos papeis, elevando o preço para R$10,00, onde a variação de R$0,01 representa apenas 0,1%.
[]'s
Ou seja, com o papel custando cerca de R$0,10, qualquer variação unitária miníma (R$0,01), representa 10% de variação, o que não ocorre no caso de aglutinação dos papeis, elevando o preço para R$10,00, onde a variação de R$0,01 representa apenas 0,1%.
[]'s
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Caro Santos,
Se seguir o prejuízo, a tendência é de precificação a 0.08 , inclusive como projeção para os próximos meses, quando considerado apenas os resultados da empresa. Lembrando que a projeção não leva em consideração algumas contas que podem ter grande influência no resultado do 4T.
Abraço !
Se seguir o prejuízo, a tendência é de precificação a 0.08 , inclusive como projeção para os próximos meses, quando considerado apenas os resultados da empresa. Lembrando que a projeção não leva em consideração algumas contas que podem ter grande influência no resultado do 4T.
Abraço !
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
fpteixeira escreveu:Olá Schuab,
E se por um acaso a BOVESPA decidir realmente pelos 11,00?
A ação tende a reagir de maneira negativa, não?
Quem compra esta ação, é justamente por ela custar centavos.
Subir para 11 reais o seu preço é prejudicar quem hoje possui ações, não concorda? Já diminuir o lote padrão é dar a oportunidade de outras pessoas que querem investir em uma ação de Centavos.
Afinal, Telebrás e outras porcarias que não dão lucro conseguem ser negociadas com bem menos grana do que os 10.000 que hoje são necessários na Millennium.
Caro fpteixeira,
Acredito que independentemente do que aconteça, a precificação será "justa" com a atual situação da empresa. Por ex, confirmando o prejuízo , eu projeto as ações para 0.08 ( ou seja, -20%). Se estiver cotada a $10, a projeção seria a mesma ( 8 , com queda de 20%).
O que melhora para os investidores é o fato de que com lotes menores, o mercado integral passa e ter maior liquidez, melhor distribuição de ações , maior transparência e maior segurança, já que vc tem a oportunidade de , no caso de uma queda, vender a 9.50 , quando que aos centavos, sua opção é obrigatoriamente em 0.09.A proposta da Bovespa é esta.
Quanto aos centavos, existe sim uma tendência de maior atenção dos investidores ao fato de permitirem uma grande variação em curtíssimo espaço de tempo. Por isto , a carta-pedido foi enviada à empresa, exercendo o direito de alguns minoritários em manter o preço atual. Esta troca "prejudica" a estratégia dos que possuem a posição e devem estar prontos para alterá-la caso não concordem com a mudança.
Abraço !
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
lucasgamba escreveu:Desculpa a intromissão, mas a elevação do preço pode ser benéfica, pois diminuirá a volatilidade do papel.
Ou seja, com o papel custando cerca de R$0,10, qualquer variação unitária miníma (R$0,01), representa 10% de variação, o que não ocorre no caso de aglutinação dos papeis, elevando o preço para R$10,00, onde a variação de R$0,01 representa apenas 0,1%.
[]'s
Nada a desculpar, lucas ! O fórum é para isto mesmo: comentar , opinar e criticar. Abraço !
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Schwabb escreveu:Caro Santos,
Se seguir o prejuízo, a tendência é de precificação a 0.08 , inclusive como projeção para os próximos meses, quando considerado apenas os resultados da empresa. Lembrando que a projeção não leva em consideração algumas contas que podem ter grande influência no resultado do 4T.
Abraço !
Que contas seriam estas, Schwab?
Abraço
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Contas de despesas e receitas não-recorrentes, incluindo incentivos fiscais, custos operacionais, créditos/débitos ........ Por exemplo, como mostrado no Estudo Millennium, o crédito não recorrente que reverteu o prejuízo do 2T.
Abraço !
Abraço !
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
E você acha que 0,08 centavos seria mesmo o preço justo neste caso?
Comprei a 0,10 apostando que a ação pudesse dar uma reagida já que a poucos meses, mesmo com os prejuizos do terceiro trimestre, chegou a 24 centavos.
E como o VPA dela é 0,18, chegar a 0.08 não seria um "castigo" demasiadamente exagerado?
Abraço
Comprei a 0,10 apostando que a ação pudesse dar uma reagida já que a poucos meses, mesmo com os prejuizos do terceiro trimestre, chegou a 24 centavos.
E como o VPA dela é 0,18, chegar a 0.08 não seria um "castigo" demasiadamente exagerado?
Abraço
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Obrigado Schwabb,
Espero que diminuam o lote padrão.
Se bem que o VPA da ação passando para 18 reais, talvez faça com que ela não caia muito também.
Espero que diminuam o lote padrão.
Se bem que o VPA da ação passando para 18 reais, talvez faça com que ela não caia muito também.
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Preço justo é uma avaliação basicamente subjetiva, Teixeira, e que se altera ao longo do tempo. Se a empresa mantiver sua trajetória decrescente de resultados, nada mais "justo" do que precificá-la de acordo com este movimento, ou seja, reduzindo seus preços.
Qdo vc fala "já que a poucos meses, mesmo com os prejuizos do terceiro trimestre, chegou a 24 centavos" , é preciso separar fundamentos (com base em resultados) e movimentos de mercado. O preço 0.08 é uma previsão ,dados os resultados , mas isto não impede que o preço chegue a qualquer outro valor tanto para baixo (0.05 , 0.04 por ex) quanto para cima ( 0.3 , 0.4 ...).
O VPA pouco lhe dirá , se a empresa apresenta resultados negativos. Não é para menos que o mercado hoje paga 0.55 por cada real investido na empresa. Este desconto é nada mais que as expectativas do mercado junto aos resultados esperados.
Abraço !
Abraço.
Qdo vc fala "já que a poucos meses, mesmo com os prejuizos do terceiro trimestre, chegou a 24 centavos" , é preciso separar fundamentos (com base em resultados) e movimentos de mercado. O preço 0.08 é uma previsão ,dados os resultados , mas isto não impede que o preço chegue a qualquer outro valor tanto para baixo (0.05 , 0.04 por ex) quanto para cima ( 0.3 , 0.4 ...).
O VPA pouco lhe dirá , se a empresa apresenta resultados negativos. Não é para menos que o mercado hoje paga 0.55 por cada real investido na empresa. Este desconto é nada mais que as expectativas do mercado junto aos resultados esperados.
Abraço !
Abraço.
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Tá certo, então.
Muito obrigado pelos esclarecimentos.
E espero que não chegue aos 0.08 centavos
.
Abraço
Muito obrigado pelos esclarecimentos.
E espero que não chegue aos 0.08 centavos
Abraço
Re: TIBR5 - Demonstrações Financeiras e Relatório Administrativo
Por nada ! Esperamos q não chegue.
Apenas para completar sobre o VPA, se os resultados são negativos, qual o impacto q estes podem vir a ter no Patrimônio ao longo do tempo ? É aí que se baseia o desconto ao qual me referi. O VPA, inclusive, já projetaria para valores inferiores a 0.18 , e o possível "exagero" de o mercado negociar a 0.10, seja um número mais fiel ao que a empresa está sendo capaz de realizar.
Abraço !
Apenas para completar sobre o VPA, se os resultados são negativos, qual o impacto q estes podem vir a ter no Patrimônio ao longo do tempo ? É aí que se baseia o desconto ao qual me referi. O VPA, inclusive, já projetaria para valores inferiores a 0.18 , e o possível "exagero" de o mercado negociar a 0.10, seja um número mais fiel ao que a empresa está sendo capaz de realizar.
Abraço !
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